
Olá meninas:)
Ainda sobre o natal, é a época que não só nos arrumamos pra fazer jus à noite mais celebrada do ano in the world, como também, é aquela época onde geralmente, presenteamos muito. É uma época onde o feeling de gratidão é mais sentido ainda e onde o espírito de amor geralmente fica mais vivo, assim buscando nós, maneiras de como fazer com que pessoas especiais sintam isso através de atos ou, de um singelo Gift, seja ele do que tamanho e forma for - como o ditado diz, "o que vale é intenção". :D
Pensando nisso, decidi perambular pra procurar algo em que pudéssemos trazer à tona justamente algo especial pra indicar como algo a ser dado, que tivesse um valor raro, que tivesse algo que se explica, mas não se explica, o que contém para além da superfície. Em consideração a esses pontos, me veio o trabalho da estilista Débora Viana. Que formada em Direito, concursada, mas estudante de Design de Moda (UFPE) por vocação, dom e por um sonho, talvez podendo chamá-lo de marca Céu de Loucos, encanta os olhos de quem aprecia um trabalho especial como o seu há duas coleções, a "Meu Lar é Seu, Pode Entrar" e "Sorri que Cura" (imaginando as próximas... Oh my <333).
“O meu desejo de construir, de criar peças de roupas, cheias de poesia, de amor, de desejo de espalhar o belo pelo mundo, nasceu de uma passagem longa por um período cinzento, onde a violência imperou, onde a doença da alma tornou aguda a doença do corpo e tudo parecia uma descida sem fim. Então decidi, assim como Michel Maffesoli, "que queria impregnar-me do que fosse agradável de viver", assim fui tomando as rédeas de dons antigos... Aprendi a me orgulhar de cada pequeno talento, como um tesouro recebido pelo maior dos Designers já existente, aprendi a desenhar e a expressar o amor que eu queria ver brotar nessa terra de penas, através de peças do vestuário. A Céu de Loucos nasceu da vontade de oferecer ao mundo coisas mais alegres, feitas com alma, com mãos artísticas, artesãs, mãos de designer também.”
Loja > Céu de Loucos Store - sucesso!!!!
A estilista faz roupas que são quase como jóias, com base em uma das suas "filosofias de moda": Fazer roupas que tenham valor de infindo, que possa passar de geração à geração, sendo um objeto de valor afetivo. Eu, sou verdadeiramente encantada pelo seu trabalho. Seu estilo de criar é valioso, é um dos viés que se identifica com alguns gostos meus particularmente falando, e a sua maneira de fazer moda - desse jeito que só mostra que ela só agrega coisas boas a vida, não é coisa banal, e pode mudar muita coisa.
Release Meu Lar é Seu, Pode Entrar: Essa coleção começou a nascer a partir da concepção de que o meu lar é o meu reflexo, tudo nele reflete o que sou intimamente. As fontes de inspiração vem desde o simples desenho de criança até a arte. E pretende, a cada peça, servir de pano de fundo para que saibam de mim, que reconheçam a minha alma em cada detalhe aplicado e, principalmente, que reconheçam a minha fala de amor, de esperança, de candura e de transformação. Aqui, tentei a cada dia, dar forma a flores em forma de roupas, espero que quando não mais for possível ativar o processo de pacificação de dentro para fora em cada ser, que ao menos essas roupas possam ativar sentimentos de fora para dentro. Foquei-me no atemporal, que reside na emoção, então, que cada roupa fique guardada para sempre no coração de quem a vestir e que possa passar de geração à geração como sendo um objeto de valor afetivo." Débora Viana.

Release Sorri que Cura: Na coleção SORRI, QUE CURA toda inspiração vem da arte de Luna Loo, artista plástica de Curitiba, formada na Escola de Música e Belas Artes do Paraná.
O universo do circo, especificamente, com os seus palhaços, foi o único pedido que deu asas a imaginação de Luna, extremamente, expressiva de tristeza e ao mesmo tempo de candura.
O Slow fashion é mais que uma macrotendência que vem norteando todas as coleções da marca, é uma experiência de fazer diferente, mais lenta, mais calma e com emoção e amor, diferente do fazer da fábrica, na qual cada componente humano é transformado em uma pequena peça de uma grande engrenagem.
As cores usadas na coleção são o branco, o preto, o vermelho, o rosa e o azul/jeans. O estilo girly girl, também acompanha a criação, com suas saias rodadas, cinturas marcadas, uso de tecidos leves e toda delicadeza que envolve o feminino.
Como a arte está, aqui, muito instrínseca, importante é trazer à tona a definição de Hilda Madeira sobre a Céu de Loucos e Luna Loo, em comunhão de sentimentos e fazeres:
“A arte quer sair da parede e te pede para ser levada, rindo a vida na rua, de corpo a arte quer ser estampada na praça. porque o traço é um contorno imaginário, imenso, do tamanho exato, serve perfeito quando a arte infinita cabe inclusive alegre no peito. o desenho quer vida emprestada, além da vida inventada: essa é a arte real, guarda a rua na roupa e transborda estampa aos olhos de quem passa. Ser instrumento pra quem a arte quer ver. O que te veste a pele quer tecer imagens de quem sonha, porque lugar de camiseta é ser quadro com os braços de moldura. A ideia é a malha branca, que a arte veste pra cantar todas as cores, o desenho quer se mexer, tocar e ser lavado, o desenho permanece mil estações de quem quer arte todo dia seja qual for a data no calendário, a arte marca encontro.”
Que essa coleção seja mais uma fala de amor ao mundo e que a beleza que reside nesse intuito contagie os nossos dias duros.
Debora Viana.
Eaí meninas, Amaram!!??? Essa marca ainda vai conquistar muita gente... - muito mais né!?. <3
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Xoxo, e ótima semana sweets *---*










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